terça-feira, 30 de setembro de 2008

Ubatuba, espera que já já tô aí

Ubatuba, espera que já já tô aí

Ai, planejando um final de semana em Ubatuba...

Pena que não é esse próximo, porque teremos as tão sonhadas eleições.

Praia é tudo de bom, e Ubatuba é show de bola, tudo de bom mesmo.

Ubatuba, não sai daí, já estou chegando!

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Busca

Busca

Como diria o D2:

"Em busca da batida perfeita..."

Ótima semana!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Frio

Frio

Mais um final de semana friozinho...

Putz, dá uma vontade de reclamar, dá uma vontade de ficar revoltado, trabalhar a semana toda e não ter um super calor e um super sol pra pegar uma praia, ou mesmo butecar?

Ah, mas tem tanta coisa legal pra se fazer!

Nem vou citar nenhuma delas, porque são muitas, e todas adoráveis.

Vamos aproveitar o frio enquanto é tempo, já já vem o verão!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Elevation

Muitas músicas nos tiram do eixo, nos acalmam, nos aceleram, nos fazem sonhar...

Essa é uma delas, e pena que não está no filme U23D.

Elevation, só faltou “você” lá!

Elevation
U2
Composição: Bono Vox / The Edge / Adam Clayton / Larry Mullen Jr.
High, higher than the sun
You shoot me from a gun
I need you to elevate me here
At the corner of your lips
As the orbit of your hips
Eclipse, you elevate my soul

I've got all self-control
Been living like a mole
Now going down, excavation
I and I, in the sky
You make me feel like I can fly
So high, elevation

A star lit up like a cigar
Strung out like a guitar
Maybe you could educate my mind
Explain all these controls
I Can't sing but I've got soul
The goal is elevation

A mole, digging in a hole
Digging up my soul
Now going down, excavation
I and I in the sky
You make me feel like I can fly
So high, elevation

Love, lift me out of these blues
Won't you tell me something true
I believe in you

A mole, living in a hole
Digging up my soul now
Going down, excavation
I and I in the sky
You make me feel like I can fly
So high, elevation

Elevation...
Elevation...
Elevation...
Elevation...
Elevation...
Elevation...


Obs: acho que não preciso falar sobre o U23D, só vou dizer que quando começou cheguei a chorar: muita emoção!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Família

Domingo estava relembrando minha infância, principalmente a parte de festas em família. Como tudo era diferente, como tudo era tão bom!

Sinto muitas saudades mesmo, do Amigo-Secreto, do Natal, Ano Novo na praia, Dia das Mães, Dias dos Pais, Dia das Crianças. Acho que sobrava tempo pra gente encontrar com a família, e olha que a gente se falava muito menos, por conta de não termos o celular, muito menos a internet. Talvez esse fosse o segredo: a saudade.

Todos os domingos era dia de macarronada, que minha avó fazia (ainda faz, eu que não estou lá pra provar) com tanto carinho. Sempre tinha macarrão ao molho vermelho, carne assada com batatas (daquelas que ficam bem moreninhas e adoravelmente gostosas) e salada de maionese completava o cardápio. Era delicioso.

Não que hoje não seja, mas o encanto se perde no tempo, as festas em família não são mais tão freqüentes, desculpas sempre temos para não ir a algum aniversário, e assim, tudo muda, tudo se afasta, pessoas morrem, outras se separam, e um vazio vai se mostrando a nossa frente.

Só sei que o amor que cultivo pelos meus familiares é imenso, mesmo pecando por diversas vezes por não estar tão presente.

Mas escrevi sobre isso hoje, porque por coincidência (ou não!), a crônica da Veja dessa semana de Walcyr Carrasco chama-se “Minha doce vovó”, copiei aí abaixo pois vale a pena ler.

Minha doce vovó

Por Walcyr Carrasco
24.09.2008


Minha avó paterna, Rosa, era uma grande cozinheira. Espanhola, baixinha, sempre vestida de cores escuras, usava fogão a lenha – que ela mesma rachava com um machado no quintal. Hoje, quando entro nos supermercados com tudo tão bem embalado, lembro de seu quintal cheio de vida, na cidade do interior onde morava. Muitas crianças talvez nunca tenham visto uma galinha de perto, um pintinho quebrando a casca do ovo ou escavado rabanetes e cenouras como eu fazia na horta de vovó. Lembro das rosquinhas de anis, do bolo de limão com glacê azedinho. Ou dos grandes almoços comemorativos, com pernil, cabrito, frangos assados, tortas de tipos diversos, sobremesas incríveis.
Meu doce predileto era o pudim de queijo parmesão. Uma receita das antigas, com a massa de ovos, leite, farinha e queijo parmesão assada em banho-maria. Quando vinha nos visitar, mal entrava pela porta, eu pedia:
– Vovó, faz pudim?
Ela sorria, sentindo-se querida e prestigiada. Botava o avental, tomava posse da cozinha. E depois me deixava lamber a tigela da massa, que delícia!
Eu cresci, entrei na faculdade, comecei a trabalhar. Vovó envelhecia. Para mim, parecia a mesma em seu vestido escuro, cabelos trançados e enrolados em um coque. Talvez, a seus olhos, eu também continuasse igual: um garoto, seu neto, a quem ela sempre chamava carinhosamente, sem perder o sotaque:
– Formigón!
Viúva, passou a morar um tempo na casa de cada filho. Quando chegava, eu pedia:
– Que vontade do pudim, do jeito que só a senhora sabe fazer!
Ela sorria, orgulhosa. Finalmente, certa vez ouviu meu pedido e foi para o fogão. No fim da tarde, entrei na cozinha. Vi uma massa informe dentro de uma tigela. A empregada sussurrou:
– Desandou.
Mas de noite, após o jantar, mamãe ofereceu:
– Vamos comer o pudim?
Vovó a encarou surpresa.
– Não deu errado? – perguntou.
– Eu pus para esfriar e ficou bom – explicou mamãe, colocando um bom pudim de queijo no centro da mesa.
Comemos. Vovó continuou em silêncio. Ainda sem entender.
Mais tarde, enquanto mamãe lavava os pratos, me explicou:
– Ela se atrapalhou, perdeu a mão. Fiz um pudim escondido e disse que era o dela.
Entendi com um nó na garganta. Mamãe fizera um esforço para vovó não perder a dignidade.
Voltei para a sala, onde vovó assistia televisão com meu pai e meu irmão menor. Sorri, alegre.
– Fui comer mais um pouquinho. O pudim estava uma delícia, vovó!
Ela me olhou intensamente. Percebi a incerteza, a desconfiança. Não se deixara enganar, acredito ainda. Mas seria tão difícil reconhecer que alguma coisa estava acontecendo em seu íntimo, que já não sabia fazer o pudim de tantos anos! Senti uma dor no peito. Lágrimas nos olhos. Tive consciência de que não poderia pedir mais o pudim. O símbolo de suas qualidades culinárias se transformara em fonte de humilhação. Nos olhamos uns instantes, com emoção. Por mais que os anos se passassem, continuaríamos unidos por nossa história repleta de aromas da cozinha: sopas nos caldeirões, carnes assadas, saladas de cebola e tomate, bolos saídos do forno. E, é claro, os inúmeros pudins de queijo que ela fez especialmente para mim ao longo de toda a vida.
Então, naquele momento, quando tudo estava sendo dito sem palavras, eu amei minha avó mais que nunca, como amo ainda hoje, mesmo depois de ela ter partido há tanto tempo. Nunca, nunca vou esquecer minha avó amorosa, que, com seus doces, tocou para sempre meu coração.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Amigos

Amigos

Grande parte das pessoas considera ter poucos amigos, normalmente dizem que dá pra contar nos dedos.

Não sei, mas acho tão estranho pensar assim...

Acredito que as expectativas quanto aos outro que são muito grandes, e pouco podem corresponder. Ficamos chateados porque um amigo não nos ligou nessa semana, ou bravos porque não retornou, ou emputecidos porque não compareceu numa data importante. Às vezes até mesmo por pensarem diferente, terem outra posição sobre certo assunto. Ou por ser certinho demais, ou errado demais, ou inteligente demais, ou burro demais.

Pode ser que umas vezes nos magoem, por qualquer que seja o motivo, mas, poxa vida, todo mundo tem seus momentos. Eu também me magôo e sei que também causo mágoa outras vezes por impaciência, mas acho que tudo se ajeita.

Penso que as pessoas que estão na nossa convivência hoje, estiveram algum dia e quem sabe estão num futuro distante são sim nossas amigas!

Vamos curtir o final de semana, amigos!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Futilidades

Futilidades

Odeio futilidades, tenho nojo, me irritam de verdade.

Mas, às vezes, o que é futilidade pra mim, é exatamente o primordial pra você. Acho que conviver com as diferenças é a coisa mais difícil de se aprender a lidar com classe. Porque as futilidades somente as são quando surgem as diferenças.

Morro de medo de ser uma pessoa fútil sabe, tenho real pavor, porque tem momentos que estou pensando em coisas tão banais enquanto outras pessoas adorariam ter os “enormes problemas” que eu penso ter. Me policio muito quanto a isso.

Mas há coisas que são notoriamente na cara fúteis, porque enquanto uma pessoa está batalhando pra caramba pra buscar o melhor tratamento que pode pra sua mãe que está com um problema sério, outros estão preocupados em descobrir a cor do esmalte que está na moda em Paris, mas que vai chegar ao Brasil rapidinho.

Na maioria das vezes perco a paciência e não sou tão gentil quanto gostaria de ser.

Paciência. Acredito ter que guardar meu ombro amigo pros que precisam de verdade, sem vaidades!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Esperança

Esperança

Na vida acontecem coisas das quais não podemos fugir, coisas muito tristes, e na maioria das vezes pensamos o porquê de tanto sofrimento.

Sou demais de emotiva, e tudo que está ao meu redor mesmo não sendo comigo, acaba me atingindo, eu acabo “abraçando” o problema como fosse meu.

Estou bastante triste, mas tentando ser o mais positiva pra tentar com a força do pensamento, com a positividade das idéias, tentar buscar as melhores coisas que possam acontecer.

Como sempre repetitiva, acredito que tudo acontece na hora certa, e o porquê de termos que passar por isso por algum motivo, e mesmo parecendo muito pesada a carga a ser carregada, sei que no final tudo tem uma explicação, um sentido, um motivo.

Minha esperança é somente em Deus, que é quem determina o que acontecerá e quando será o momento.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Aniversário

Aniversário

Considero muito importante a data em que comemoro mais um ano de vida. Dizem que vou odiar daqui há pouco tempo, já já serei uma balzaquiana, mas acho q com 80 anos ainda vou amar aniversário.

Gosto de tudo, da festa, de planejar, lista de convidados, pensar no local, roupa, sapato, cabelo, enfim, tudo relacionado a esta data me deixa feliz.

O único problema é a data: 23 de Dezembro. De doer, viu!

Imagina se deixo pra comemorar no dia, todo mundo rindo da minha cara e me falando que tem os preparativos do Natal, festas de final de ano, essas coisas. Já me conformei, e comemoro de 1 a 2 semanas antes. Sempre. Mas mesmo assim, sem ser tal fácil como parece, porque nessas datas tem as benditas festas de confraternização da empresa. Putz, fode com meu aniversário isso! Porque tem empresas que marcam de sábado, outras de sexta-feira a noite, outras no almoço, um saco, mas todas perto da data onde ainda consigo juntar amigos.

Esse ano, estou pensando em comemorar dia 13 de Dezembro, um sábado, e já estou pesquisando o local. Não é só ansiedade não, é o desejo que tudo dê perfeitamente certo, afinal, uma vez por ano é o meu dia!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Sorte

Sorte

Pra tudo é preciso se ter sorte.

Hoje por exemplo, não tive muita sorte desde que acordei, tudo deu meio que errado.

Mas vou desafiar a sorte, vamos ver se é questão do dia estar sem sorte, ou falta de uma ajudinha, um empurrãozinho pra sorte me pegar de vez!!!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

E-mail

E-mail

Coisa doida que é e-mail né? Fico muito feliz quando abro minha caixa de e-mail e vejo lá 30 novos e-mails! Nossa, fico feliz de verdade, porque até mailing, propaganda, tudo isso eu gosto.

Os que mais gosto são os de piadinhas, aqueles que a piadinha está no corpo do e-mail mesmo, pois é sé ler, não precisa abrir, esperar carregar, nada disso.

Gosto também dos vídeos engraçados ou curiosos, gosto também das mensagens de amizade e auto-ajuda, a maioria me faz chorar, são muito bonitas, músicas bem escolhidas.

Agora não gosto dos e-mail Shampoo da Amazônia, Cartas Comercias, Feromônios. Puta coisa chata! E também não gosto dos que são de religião, ainda mais os que desafiam o tamanho da sua devoção. Acho um absurdo mensurar se creio em Deus ou não medindo a quantidade de pessoas que vou enviar ou deixar de enviar esse e-mail desafiador que recebi. Acredito que a fé não seja uma coisa que tenha que ser provada, muito menos num e-mail.

Pois bem, eis que fica desse jeito então após a leitura das novas mensagens: os e-mails que não gosto são excluídos, e a caixa de excluídos limpo todo mês, porque lota muito rápido, muita merda recebida; os que me interessam a nível produtos a serem comprados vão para outra pasta Compras/Contas; os de amigos vão pra pasta Pri, e os que mais adoro são divididos em duas pastas: as piadas normais, de poucas risadas, vão para pasta Diversão, e as de ótimas risadas, até mesmo gargalhadas, vão para pasta Melhores.

Números atuais: pasta Diversão com 600 itens e Pasta Melhores com 171.

Mandem e-mail, quero entrar pro Guinness!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Beautiful Day

Beautiful Day

Acordei às seis da manhã, tomei um banho rapidinho e me vesti pra trabalhar, me arrumei do jeitinho que havia pensado no dia anterior, coloquei o sapato bonito que planejei, uma calça que adoro, não esqueci a blusa porque o tempo não está muito firme. Me perfumei, penteei meu cabelo e peguei uma piranhinha pra prendê-lo quando achar necessário.

Saí de casa, peguei meu carro, vim super tranqüila, porque o trânsito estava fluindo. Cheguei no mesmo horário de sempre no meu trabalho, e consegui uma vaga mágica na porta.

Assisti um capítulo do Chaves e desci pra trabalhar antes de dar meu horário, tinha algumas coisas pra deixar no jeito.

A manhã passou muito rápida e a hora do almoço não demorou quase nada. Comi uma comidinha que adoro, e aproveitei o restante do tempo pra começar um livro.

A tarde está passando muito rápido também e falta pouco tempo pra eu ir pra minha casa.

Estou tendo um “Beautiful Day”, e tenho pressentimento que ele vai ficar assim até o final dele. E pode até mesmo melhorar. E pode se repetir amanhã também. E depois. E depois.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Sexta Chegou!

Sexta-Feira Chegou

Não quero saber de nada, não quero saber de problemas, de coisas ruins, coisas a serem resolvidas, só quero pensar no meu final de semana, que tem tudo pra ser maravilhoso!

Quebra tudo!!!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Reflexão

Reflexão

Terminei de ler um livro sobre Yoga, gostei muito. Gostei muito do conteúdo, mas também de tê-lo terminado. É muito legal quando conseguimos fazer uma coisa por inteiro: começo, meio e fim.

Mas, voltando a Yoga. Eu não sou perita no assunto, então me perdoe algum erro que eu possa vir a cometer. Fiz algumas aulas de Yoga, mais precisamente Swásthya Yoga, mas não sei diferenciar os cursos por nome. Só sei que gostei muito, mas o horário não dava certo, e sempre fui muito preguiçosa quanto à academia. Dura sempre um tempinho, depois enjoa, e sempre a mesma coisa. Passa uns meses não vou mais, e depois de um tempo escolho outra, e assim vai o ciclo.

Enfim, mesmo assim sempre me fez muito bem. São pequenas coisas, pequenos gestos, pequenos atos, mas grandiosos resultados.

Quero me informar mais sobre esse assunto, porque é muito bom refletirmos para melhorar a qualidade de vida.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Preguiça

Preguiça

Às vezes dá uma preguiça, mas daquelas!

Preguiça de trabalhar eu acho que todo mundo tem, é o tipo de preguiça mais normal do mundo.

Mas tem dia que eu estou com preguiça demais. É impressionante mesmo.

Tem dia que tenho preguiça de falar, em outros tenho preguiça de colocar pijama, outros preguiça de comer (até com chocolate já aconteceu), preguiça de pentear o cabelo, preguiça de me arrumar, de escolher uma roupa melhor e acabo pegando a primeira que vejo, preguiça de ir ao cinema, melhor alugar e assistir deitada no sofá.

Tem umas mais engraçadas, como preguiça de colocar o refrigerante no copo, e rezar pra ele estar no final pra poder beber “no bico”. Outra bem engraçada é preguiça de sair do banho, porque eu sinto muito esse tipo quando estou cansada, e até agradeço por não ter uma banheira em casa, pois senão não sairia dela, acho que acabaria dormindo lá.

Acho que já está ótimo de exemplos de preguiça, porque me deu uma preguiça de continuar...

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Ouvir mais, falar menos

Ouvir mais, falar menos

Você já pensou alguma vez que era melhor ficar de boca fechada, repensou no assunto e na hora H você acabou falando? Comigo isso acontece a todo o momento.

Eu adoraria ser serena a ponto de apenas ouvir, apenas ouvir besteiras e não responder, escutar mentiras e não corrigir, ser mais ouvinte, do que falante, mais espectadora do que atriz atuante.

Às vezes fico triste por falar coisas que acredito serem as certas a serem ditas, porque depois que já falei, e que antes pensei que não as deveria ter dito, percebo que errei mais uma vez.

Esse é apenas um desabafo, de uma pessoa que não sabe o que é o certo, mas está sempre tentando conversar com as pessoas pra levantar o astral, pra que seus dias fiquem melhores! Não considero como obrigação, mas sim como uma coisa que eleva minha alma.

Desculpem o mau humor hoje, não é por ser Segunda-Feira, é só por estar um pouco triste. Acho que todos têm seus dias ruins.

O meu acaba já já...