segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Esperar...

A espera



È uma coisa agoniante esperar.



Fila de banco, senha para laboratório, senha de Poupa Tempo, fila até no atendimento por telefone. Olha, só, já arrumaram fila até para atendimento por chat.



Acho que sou impaciente por natureza, porque não me lembro a primeira vez que sofri por esperar, sempre fui assim.



Por exemplo: eu sempre quis saber logo a nota da prova que havia feito, mesmo sabendo que a probabilidade de ser abaixo da média estipulada ser bem grande. Mas pra que adiar o conhecimento da verdade? O sofrimento vai acontecer, antes ou depois, mas ganho tempo para tomar alguma providência, como fazer cola!



Mesma coisa se você vai fazer um exame, qualquer deles, e vai fazer não por checkup normal, mas por alguma cisma do médico. Você pega o resultado, guardo o envelope lacradinho e deixa na gaveta até o dia da consulta? Nem a pau! Eu não consigo, já abro logo, leio, tento entender, se não entendo fuço na internet (Google é pra isso mesmo), ah, sou completamente ansiosa mesmo, não tem jeito.



Até acho falta de educação da minha parte, tento sempre me policiar pra não acontecer, mas não consigo ouvir uma explicação completa se já decifrei o quebra-cabeça. Acho que é perder muito tempo.



E marcar de viajar em grupo então? Sofrimento puro! Porque ninguém tem esse desespero que tenho, sabe, pontualidade britânica. Pra mim, sete horas é sete horas, não é oito e meia, não é dez, nem mesmo sete e quinze. Mas todo mundo é relaxado, “no stres”, pra que pressa?, ai acordam as sete horas pra começar a fazer as malas, ahhhhhhhhhhhh...



Por isso que já marco cada um com seu carro e “a gente se encontra lá”.



Melhor saída pra pessoas como eu, impacientes (ou chata, como quiser!).

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